Fundado em 1993 por Luke Bailes, o Singita — que significa “lugar de milagres” em shangaan — nasceu como um único lodge na Reserva Natural de Sabi Sand, na África do Sul. Guiado pelo propósito permanente de contribuir para a proteção e a preservação de vastas áreas de natureza selvagem africana para as futuras gerações, desde então evoluiu para uma coleção de lodges e camps premiados, distribuídos pela África do Sul, Zimbábue, Tanzânia e Ruanda.
Em dezembro de 2026, a marca expandirá sua presença para um quinto país africano com a abertura do Singita Elela, no Delta do Okavango, em Botsuana — um lugar onde água, vida selvagem e comunidade se encontram em perfeita harmonia. Hoje, ao lado de seus parceiros de conservação, o Singita é responsável pela proteção de mais de um milhão de acres de natureza selvagem africana preservada. Nessas áreas naturais, essa conexão com a terra também orienta a abordagem do Singita em relação à gastronomia.
Uma jornada gastronômica baseada na conexão
A gastronomia é parte essencial de cada estadia no Singita e uma forma de a marca compartilhar com o mundo quem é e de onde vem. Seu compromisso com o meio ambiente inspirou uma filosofia gastronômica consciente e holística, com uma jornada farm-to-table que celebra ingredientes sazonais, culturas locais e os sabores únicos de cada região.
A gastronomia vai além do que está no prato — é uma oportunidade de criar experiências mais profundas de conexão com a natureza e a cultura, ao mesmo tempo em que fortalece vínculos por meio de refeições sem pressa em alguns dos cenários mais extraordinários da África. Dos ingredientes escolhidos e da forma como as refeições são preparadas às histórias por trás de cada uma delas, essa abordagem é orientada por cinco princípios: Elemental, Multissensorial, Simples, Honesto e Puro.
Elemental – Cada mordida celebra e incorpora a força da natureza, trazendo a riqueza da terra, o poder do fogo, o movimento da água e a leveza do ar.
Multissensorial – As equipes de gastronomia cozinham em sintonia com o ambiente, criando refeições a partir dos aromas, das paisagens e dos sons ao redor, além do clima e do que acontece à mesa.
Simplicidade – Cada ingrediente, técnica e receita tem um propósito claro, e tudo o que está no prato busca valorizar o que torna cada ingrediente especial e preservar a essência de cada preparo.
Honesto – Cada refeição reflete a cultura e a paisagem de sua região, combinando ingredientes locais, cozinha sazonal e métodos clássicos com tradições e técnicas locais.
Puro – Cada ingrediente é escolhido por sua qualidade, com receitas que priorizam profundidade em vez de excessos, refletindo a confiança e o orgulho presentes em cada prato.
Sabores, ingredientes e tradições locais
Inspirada pelas culturas e pelas pessoas de cada região, e repleta de ingredientes sustentáveis e sabores frescos, a gastronomia dos lodges e camps conta uma história singular, envolvendo os sentidos ao mesmo tempo em que nutre e acolhe.
As equipes que estão no coração das cozinhas dos lodges e camps do Singita elaboram menus ambientalmente sustentáveis e repletos dos sabores de cada estação. Ao valorizar destaques regionais e receitas transmitidas de geração em geração, cada prato também oferece aos hóspedes uma experiência autêntica da cultura local.
Sempre que possível, a marca cultiva seus próprios alimentos, enquanto os demais ingredientes são coletados na natureza ou adquiridos de produtores locais. Priorizar fornecedores locais não é importante apenas para garantir frescor e qualidade e minimizar o impacto sobre o meio ambiente, mas também representa uma parte essencial do compromisso do Singita em apoiar negócios das comunidades locais.
Os ingredientes, sabores e culturas únicos de cada região são celebrados em pratos sazonais e preparados com ingredientes de origem sustentável. Na África do Sul, David Shilabi, que trabalhou no Singita por 22 anos antes de seguir sua paixão pela agricultura, administra a Xicupe Farm, criada com o apoio do Programa de Parcerias Comunitárias do Singita. Sua produção abastece os lodges de Sabi Sand, além da comunidade local, com produtos frescos. Na Tanzânia, entre as especialidades regionais está o futari, um ensopado de batata-doce, abóbora e coco. No Singita Pamushana Lodge, no Zimbábue, peixes frescos da represa de Malilangwe são um dos destaques do menu, enquanto no Singita Kwitonda Lodge, em Ruanda, o suco de tomate-de-árvore é utilizado em bebidas e faz parte das opções refrescantes do café da manhã.
O uso sustentável dos recursos também inclui a gestão responsável e a redução do desperdício. Nada que possa ser aproveitado é descartado — de flores utilizadas em chás e cordials de frutas silvestres a talos de ervas e cascas de cebola que acrescentam sabor aos caldos; vegetais que sobram são transformados em picles, conservas, kimchi e molhos, enquanto frutas ligeiramente maduras demais ganham nova vida em sorbets e conservas.
Da mesma forma, as carnes são aproveitadas por inteiro, utilizando todas as partes do animal. Cortes menos comuns são braseados e cozidos lentamente até atingirem o ponto ideal — uma demonstração da habilidade e criatividade das equipes de gastronomia, que buscam aproveitar ao máximo cada ingrediente.
Phato: a coleção de vinhos exclusiva do Singita
Essa conexão com o lugar também se estende aos vinhos. Celebrando a herança do Cabo, Phato é uma coleção de 13 vinhos exclusivos do Singita que traduzem a beleza e o patrimônio natural do Cabo Ocidental, elaborados em colaboração com alguns dos mais renomados produtores de vinho da África do Sul. Cada vinho é uma expressão dos diferentes climas e solos da região, com raízes em alguns dos terroirs mais antigos do mundo.
O nome Phato vem da palavra Xiphato, em tsonga, que significa “poema” — uma homenagem à colaboração poética entre as pessoas e o restante da natureza que dá origem ao vinho. Frescos, equilibrados e elegantes, os vinhos apresentam teor alcoólico moderado, influência sutil da madeira e uma elegância discreta.
A filosofia por trás dos rótulos de Phato é baseada na transparência radical. O rótulo frontal apresenta detalhes sobre o vinhedo, o solo e a precisão do processo de vinificação, enquanto o verso traz um pequeno poema, construído em torno da frase “I am...“ (“Eu sou...”), que traduz a personalidade de cada vinho.
Por meio da gastronomia e dos vinhos, essa jornada culinária reflete a mesma conexão com a natureza, a cultura e a comunidade que orienta a experiência mais ampla dos hóspedes. De ingredientes de origem local e tradições regionais ao preparo cuidadoso e ao profundo respeito pela terra, cada refeição oferece uma conexão mais profunda com a paisagem e a cultura de cada região.
Sobre o Singita
O Singita é uma marca de conservação e ecoturismo guiada por um propósito de 100 anos de contribuir para a proteção e a preservação da natureza selvagem da África para as futuras gerações, em parceria com diversos fundos e organizações nacionais e regionais sem fins lucrativos. Ao longo dos últimos 30 anos, suas experiências de safári de luxo com baixo impacto ambiental e seus lodges premiados — presentes na África do Sul, Zimbábue, Tanzânia e Ruanda — têm aproximado as pessoas da natureza, elevando a experiência de estar presente nesses lugares. Mais informações no site.







